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Tenho Voto na Matéria

A UNICEF Portugal lança a terceira edição da iniciativa “Tenho Voto na Matéria”, para promover a participação democrática de crianças e jovens em todo o país.

Através de um inquérito nacional, os/as alunos/as dos 2.º e 3.º ciclos e do ensino secundário são convidados/as a expressar as suas opiniões sobre temas que afetam o seu bem-estar — como a saúde mental, o ambiente ou a igualdade.

As escolas têm um papel fundamental nesta missão – criar a oportunidade para que todas as crianças e jovens sejam ouvidos/as e contribuam ativamente para um futuro mais justo e participativo.

Responda ao inquérito com os/as seus/suas alunos/as e promova uma experiência de cidadania participativa em sala de aula.

 

Saiba mais sobre a iniciativa aqui.

Recursos em destaque

Tenho Voto na Matéria – 3ª edição

Este Guião de Atividades foi criado para apoiar educadores, professores e outros profissionais na dinamização da consulta publica Tenho Voto na Matéria – 3ª edição, em contexto educativo.

Participação

11-14 anos de idade + 1

Missão: Rede de segurança em ação

Esta atividade, lançada na Campanha “Segurança na rede – Rede de segurança”, pretende sensibilizar as crianças para os riscos e responsabilidades na utilização da internet, desenvolver competências de pensamento crítico, comunicação e trabalho colaborativo, e fomentar o papel ativo dos/as alunos/as como agentes de mudança no uso seguro da internet.

Segurança e paz

11-14 anos de idade + 1

Café da Liberdade

A atividade “Café da Liberdade” convida à reflexão coletiva em sala de aula sobre o significado atual da liberdade e da democracia, retomando os direitos conquistados com a Revolução dos Cravos e questionando os desafios que ainda persistem. 

Direitos da Criança

11-14 anos de idade

Água: um direito para todos

Nesta atividade, os/as alunos/as serão sensibilizados para a importância de uma cidadania responsável, refletindo sobre como as suas ações podem contribuir para um mundo mais sustentável e seguro. 

Educação

7-10 anos de idade + 1

Mapa Vivo pela Paz

Esta atividade pretende, no Dia Escolar da Não-Violência e da Paz, sensibilizar a comunidade escolar para os impactos dos conflitos armados nas crianças. Ao explorar a realidade de diferentes países e regiões afetados pela guerra, os alunos são desafiados a compreender as consequências da violência, a desenvolver empatia e a identificar formas concretas de contribuir para a promoção da paz. 

Segurança e paz

Sem Idade

Painel Coletivo da Paz

Esta atividade, assinalando o Dia Escolar da Não-Violência e da Paz, convida as crianças a refletirem sobre o verdadeiro significado da paz e da não violência, incentivando-as a expressar, de forma criativa e coletiva, os seus valores e compromissos.

Segurança e paz

11-14 anos de idade

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Perguntas Frequentes

O que é a “Plataforma Escolas” da UNICEF Portugal?

A UNICEF Portugal orgulha-se de apresentar esta plataforma de recursos, fruto da recolha do trabalho desenvolvido, durante vários anos e por todo o mundo, no âmbito da promoção dos Direitos da Criança, consagrados na Convenção sobre os Direitos da Criança (adotada pela Assembleia Geral das Nações Unidas a 20 de novembro de 1989 e ratificada por Portugal a 21 de setembro de 1990).

Com esta partilha de recursos, a UNICEF Portugal quer apoiar todos os profissionais, pais e cuidadores no desenvolvimento da sua intervenção pedagógica, educativa e social, contribuindo com uma nova abordagem e um leque de atividades e experiências que podem ser implementadas, mas também transformadas de acordo com as realidades e contextos a que se destinam. Quer também sensibilizar a comunidade educativa a promover uma educação pelos Direitos da Criança de forma holística e integrada, envolvendo todos os atores na construção de lugares e espaços promotores dos direitos humanos.

Que recursos estão disponíveis?

Podem ser encontrados diversos tipos de recursos, desde atividades, vídeos e outros recursos multimédia. Os recursos estão distribuídos por 11 categorias: Direitos da Criança; Participação; Não discriminação; Família; Educação; Saúde e Bem-estar; Relacionamento interpessoal; Emoções; Segurança e paz; Refugiados e migrantes e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Os vários recursos indicam sempre a finalidade educativa e a faixa etária a quem se destinam, ao passo que cada atividade apresentada também fornece os objetivos e os resultados esperados que se pretendem alcançar no respetivo desenvolvimento da atividade, bem como os materiais necessários para a sua execução. No que toca à faixa etária convém destacar que os vários recursos podem ser utilizados e até adaptados a outras faixas etárias, dependendo da avaliação e sensibilidade do dinamizador.

A quem se destina?

Esta plataforma destina-se a todas as pessoas interessadas em fomentar e promover o desenvolvimento das crianças pelos/através dos Direitos da Criança, as várias sugestões e atividades aqui partilhadas podem ser desenvolvidas por professores e educadores, mas também por outros profissionais, pais e tutores.

O que significa a abordagem proposta pela UNICEF de “educação pelos direitos da criança”?

Mais do que desenvolver atividades esporádicas ou sistemáticas no âmbito dos Direitos da Criança, a UNICEF Portugal vê a abordagem da educação pelos Direitos da Criança como um processo contínuo e inovador, facilitador das relações entre adultos e crianças (adulto-criança, criança-adulto, criança-criança e adulto-adulto) e das aprendizagens. Acima de tudo, transforma as visões e as dimensões de atuação da criança e do adulto, na medida em que o adulto vai conhecer mais de perto e em maior pormenor os Direitos da Criança, integrando-os nas suas práticas educativas, tornando-se mais consciente da criança e do seu papel enquanto aprendente, implementando metodologias pedagógico-educativas mais adequadas à condição da criança enquanto ser humano com características específicas e especiais, facilitando todo o processo de (ensino) aprendizagem, por sua vez a criança construirá uma visão do adulto como ator facilitador da sua aprendizagem. Nesta abordagem, o cerne não está apenas na apresentação dos Direitos da Criança, mas numa experienciação em que se vivem plenamente os Direitos da Criança no dia a dia, desde os pequenos aspetos da rotina diária.